Em março de 2012, a RioUrbe, órgão da prefeitura responsável pela conservação e manutenção preventiva de prédios públicos, interditou a Escola Municipal Prudente de Moraes para fazer a descupinização do terreno, já que os danos causados pelos insetos colocavam o prédio em risco.
Na ocasião, a Prefeitura deu o prazo de 6 meses para que as obras fossem concluídas e, durante este período, os alunos foram remanejados para o CIEP Carlos Weiner, que fica do outro lado do bairro. Como era comum na gestão de Eduardo Paes, os prazos não foram cumpridos e as obras se estenderam por mais de dois anos, causando um enorme transtorno para toda a comunidade escolar.





Os quase 500 alunos, além de ficarem em instalações improvisadas, também perderam o tempo de recreio (por causa da falta de espaço e estrutura do CIEP) e ainda tinham que entrar e sair pelo portão de trás da escola, mesmo ambiente destinado para a saída do lixo.
Indignados com a situação, pais, alunos e professores fizeram, no final de 2013, uma mobilização no Panela de Pressão para pressionar a então Secretária de Educação, Cláudia Costin e o prefeito Eduardo Paes. Eles conseguiram mais de 400 pressões em poucos dias. Cláudia e Paes sentiram pressão e devolveram a escola reformada aos alunos no início do semestre letivo de 2014.

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